sábado, março 7, 2026
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PF também cumpre no AM operação contra plano que tinha como alvo assassinato de Lula

O grupo, segundo a PF, tinha como objetivo impedir a posse do presidente Lula nas Eleições de 2022.

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PF Lula Manaus
O grupo, segundo a PF, tinha como objetivo impedir a posse do presidente Lula nas Eleições de 2022 (Divulgação/PF)

A Operação Contragolpe deflagrada nesta terça-feira, 19, pela Polícia Federal (PF) para desarticular organização criminosa acusada de planejar o assassinato do presidente Lula (PT), também está sendo cumprida no Amazonas. O grupo, segundo a PF, tinha como objetivo impedir a posse do presidente nas Eleições de 2022.

Policiais federais cumpriram cinco mandados de prisão preventiva, três mandados de busca e apreensão e 15 medidas cautelares diversas da prisão em quatro estados: Rio de Janeiro, Goiás, Amazonas e Distrito Federal.

Veja também: PF mira militares que planejavam matar Lula e Alckmin antes da posse

Com base na decisão do ministro Alexandre de Moraes, a PF prendeu o tenente-coronel Hélio Ferreira de Lima (ex-comandante da 3ª Companhia de Forças Especiais de Manaus do Comando Militar da Amazônia – CMA); o general da reserva Mário Fernandes, que ocupou cargos na Secretaria-Geral da Presidência da República; o major Rafael Martins de Oliveira; o policial federal Wladimir Matos Soares; e o oficial Rodrigo Bezerra Azevedo.

No Amazonas, a PF ainda não informou quais diligências cumpriu, mas esclareceu que as investigações apontam que o grupo se utilizou do conhecimento militar para planejar, coordenar e executar o golpe de Estado nos meses de novembro e dezembro de 2022.

Segundo a PF, o suposto crime seria executado em 15 de dezembro de 2022, com o assassinato dos candidatos à Presidência e Vice-Presidência da República eleitos: Lula e Geraldo Alckmin. O plano operacional chegou a ser denominado “Punhal Verde e Amarelo”.

As ações ilícitas ainda contavam com o plano de prisão e execução do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Além da prisão nesta terça-feira, 19, as diligências culminaram na proibição dos envolvidos de manter contato com os demais investigados, a proibição de se ausentar do país, com entrega de passaportes no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, e a suspensão do exercício de funções públicas.

 

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