quarta-feira, abril 2, 2025
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Vídeo: “Atitude de coragem a dele”, diz Flávio Bolsonaro sobre anúncio de Eduardo

Dentre os motivos alegados para sua permanência nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro citou as condenações dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira (18) que seu irmão, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), decidiu se licenciar temporariamente do cargo para permanecer nos Estados Unidos e evitar o que chamou de “ser mais uma vítima do alexandrismo”, em referência ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Imagino a decisão difícil que foi, […] mas ele entendeu que seria importante ele ficar lá e não correr o risco de voltar para cá e ser mais uma vítima do ‘alexandrismo’. Então eu acho que ele tomou a decisão correta”, declarou o senador.

Flávio Bolsonaro também afirmou que é necessário compreender o contexto político do Brasil e destacou a importância de Eduardo na relação com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua família. “A covardia e a perseguição partem de uma pessoa no órgão máximo do Judiciário brasileiro, que era para dar o exemplo e está usando a caneta para promover vingança. Isso é muito triste, não tem como acabar bem, infelizmente”, acrescentou.

No último domingo (16), durante um ato político no Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro já havia mencionado que os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro iriam “derrotar o alexandrismo”.

Licença temporária de Eduardo Bolsonaro

Nesta terça-feira, Eduardo Bolsonaro anunciou sua licença temporária do cargo de deputado federal, alegando que pretende se dedicar “integralmente” a buscar “devidas sanções aos violadores de direitos humanos” e a “resgatar liberdades perdidas” no Brasil.

“Eu abdico temporariamente dele [mandato], para seguir bem representando esses milhões de irmãos de pátria, que me incumbiram dessa nobre missão. Irei me licenciar sem remuneração, para que possa me dedicar integralmente e buscar as devidas sanções aos violadores de direitos humanos”, declarou Eduardo.

Dentre os motivos alegados para sua permanência nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro citou as condenações dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, assim como as prisões preventivas de Filipe Martins, Anderson Torres e Silvinei Vasques. Também mencionou o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Durante sua estadia nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro foi alvo de uma queixa-crime apresentada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), liderada pelo deputado Lindbergh Farias. O documento acusa Eduardo de conspiração contra o governo brasileiro e pede a apreensão de seu passaporte.

“Se Alexandre de Moraes quer apreender o meu passaporte, ou mesmo me prender para que eu não possa mais denunciar os seus crimes nos Estados Unidos, então é justamente aqui que eu vou ficar e trabalhar mais do que nunca”, concluiu Eduardo Bolsonaro.

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