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Marcelo Ramos (PT) diz que medidas contra Bolsonaro são brandas: “O certo seria a prisão”

Petista defendeu que o mais adequado seria a decretação da prisão preventiva do ex-presidente Bolsonaro

O ex-deputado federal Marcelo Ramos (PT), que concorreu à Prefeitura de Manaus em 2024 com apoio do presidente Lula, se manifestou nesta sexta-feira (18) sobre as medidas cautelares impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para Ramos, apesar da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ser “prudente”, o mais adequado seria a decretação da prisão preventiva de Bolsonaro.

“Me sinto constrangido como cidadão brasileiro por ter um ex-presidente que comete tantos crimes na certeza da impunidade e que constrange a instituição Presidência da República”, declarou Ramos, em vídeo publicado nas redes sociais.

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Segundo o ex-deputado, mesmo adversários políticos têm direito à ampla defesa, mas é necessário encarar os fatos concretos de que Bolsonaro estaria usando sua influência com líderes de outros países, como os Estados Unidos, para pressionar o Legislativo a aprovar uma anistia e o Judiciário a encerrar o processo contra ele.

“[Bolsonaro é] um réu perante o STF que utiliza sua relação com um presidente de outro País para que, através de medidas comerciais contra o nosso país, constranja e verbalize esse constrangimento para tentar obrigar o Poder Legislativo a aprovar uma anistia ou o Poder Judiciário para paralisar o processo e absolver o ex-presidente. Isso é claramente um tipo penal. Ele está interferindo no rito do processo”, afirmou.

Ramos também alertou para o risco de fuga do ex-presidente, inclusive mencionando a possibilidade de refúgio em embaixadas de países ideologicamente alinhados à extrema direita.

“A medida do ministro Alexandre de Moraes foi, sim, desproporcional. A medida proporcional seria a prisão preventiva. Mas eu concordo com a decisão prudente e equilibrada do ministro decidiu medidas menos graves. O certo seria a prisão, mas as medidas cautelares atendem bem os objetivos de não permitir o constrangimento do processo e uma possível fuga do réu”, concluiu Marcelo Ramos.

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