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Após queda de Maduro, EUA miram mudança de regime em Cuba, diz WSJ

Reportagem afirma que governo Trump busca interlocutores dentro do regime cubano e aposta na fragilidade econômica da ilha.

Uma reportagem publicada pelo Wall Street Journal (WSJ), na noite desta quarta-feira (21), aponta que o governo dos Estados Unidos estuda promover mudanças no regime de Cuba até o fim de 2026. O tema ganhou força após a queda e captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no último dia 3 — episódio visto por Washington como um modelo de ação e, ao mesmo tempo, um alerta para Havana.

Segundo o jornal, a administração do presidente Donald Trump passou a buscar interlocutores dentro do próprio governo cubano, com o objetivo de identificar pessoas dispostas a negociar uma possível saída do regime comunista, que está no poder há quase sete décadas.

Fontes ouvidas pelo WSJ indicam que autoridades americanas avaliam que a economia cubana está próxima do colapso e mais frágil do que nunca, especialmente após o enfraquecimento do apoio venezuelano, considerado um dos principais sustentáculos externos da ilha. Embora não exista um plano detalhado para substituir o regime, integrantes do governo dos EUA veem a operação que levou à captura de Maduro como um possível “roteiro” para Cuba.

Em 11 de janeiro, Trump publicou em uma rede social uma mensagem sugerindo que Havana aceitasse um acordo “antes que seja tarde demais” e afirmou que não haveria mais envio de “óleo ou dinheiro” para o país.

Cenário atual

O WSJ relata ainda que relatórios de inteligência dos Estados Unidos descrevem um cenário econômico crítico em Cuba, marcado por escassez crônica de alimentos e medicamentos, além de apagões frequentes. Desde o fim dos anos 1990, o país depende fortemente do petróleo subsidiado pela Venezuela.

De acordo com autoridades americanas, a estratégia seria estrangular esse fornecimento, o que poderia deixar a ilha sem óleo em questão de semanas, paralisando setores essenciais da economia.

*Com informações Infomoney

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