O Ministério do Turismo, em colaboração com o Programa Mais Acesso da Universidade do Estado do Amazonas, disponibilizou nesta segunda-feira (9) uma consulta pública voltada ao fortalecimento do turismo acessível para pessoas neurodivergentes. O questionário ficará aberto para contribuições até o dia 28 de fevereiro de 2026.
A proposta busca ampliar o conhecimento sobre o tema e reunir dados que irão subsidiar a elaboração de um guia com orientações e boas práticas destinadas ao atendimento inclusivo no setor turístico brasileiro.
Segundo a professora doutora Marklea Ferst, representante do Programa Mais Acesso, a participação direta do público é essencial para a construção de políticas e estratégias mais efetivas. Ela ressalta que o turismo só se torna plenamente inclusivo quando todas as pessoas podem usufruí-lo com autonomia, segurança e respeito, reforçando a importância de ouvir quem vivencia essas necessidades.
O estudo pretende identificar demandas sensoriais, comunicacionais e comportamentais enfrentadas por turistas neurodivergentes, além de mapear experiências positivas e iniciativas inclusivas já implementadas por empresas e profissionais do setor.
A pesquisa é direcionada a pessoas neurodivergentes, familiares e trabalhadores da área do turismo. A iniciativa destaca a relevância da escuta ativa e da construção conjunta de políticas públicas, ampliando o debate sobre acessibilidade e inclusão no segmento turístico.
Os interessados podem responder ao formulário online disponibilizado pelas instituições responsáveis pela iniciativa.
Link da pesquisa: https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=f5-vybm41U-ihXYMm6qIf5s22ODLrvtGobTQAIVXDJJUMVlZUklZQUdSSTNOMTZNNFIzUTlDRUxGWS4u&route=shorturl


