A edição dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, realizada nas cidades de Milão e Cortina d’Ampezzo, entrou para a história do esporte brasileiro. Pela primeira vez desde a estreia do país em competições de inverno, em 1992, o Brasil conquistou uma medalha olímpica e logo de ouro.
O responsável pelo feito foi o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, campeão do slalom gigante masculino. Com a vitória, o atleta garantiu a primeira medalha do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno e também o primeiro ouro olímpico de um país sul-americano na história da competição de inverno. Na prova, o suíço Marco Odermatt ficou com a medalha de prata.

Delegação recorde e melhores marcas
O Brasil participou dos Jogos de 2026 com a maior delegação de sua história em Olimpíadas de Inverno: 14 atletas distribuídos em modalidades como esqui alpino, esqui cross-country, bobsled, skeleton e snowboard.
No skeleton feminino, Nicole Silveira registrou uma das melhores campanhas brasileiras na modalidade em Jogos Olímpicos, consolidando a evolução técnica do país nas provas de gelo.

Já no bobsled 2-homens, a dupla formada por Edson Bindilatti e Luís Bacca alcançou a melhor colocação histórica do Brasil na prova olímpica, reforçando a consistência da equipe ao longo dos últimos ciclos.

Brasil no quadro de medalhas
Com o ouro no esqui alpino, o Brasil aparece no quadro oficial de medalhas com uma medalha de ouro e ocupa posição intermediária na classificação geral. O desempenho representa o resultado mais expressivo do país em edições de inverno.
Marco histórico
A conquista inédita amplia a presença brasileira no cenário olímpico internacional e consolida a edição de 2026 como a mais importante da história do Brasil em Jogos de Inverno. Até então, o país jamais havia subido ao pódio nesse tipo de competição.
Com a competição já encerrada, o saldo brasileiro é considerado histórico: medalha inédita, delegação recorde e melhores resultados em diferentes modalidades, um marco para o esporte nacional em ambientes de gelo e neve.


