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Protesto contra Tarcísio termina em confronto entre estudantes e Polícia Militar em São Paulo

Manifestação de alunos da USP, Unesp e Unicamp teve tensão durante marcha até o Palácio dos Bandeirantes; estudantes denunciam repressão policial

O protesto organizado por estudantes da Universidade de São Paulo, Universidade Estadual Paulista e Universidade Estadual de Campinas contra o governador Tarcísio de Freitas terminou em confronto com a Polícia Militar nesta quarta-feira (20), na capital paulista.

A manifestação começou no Largo da Batata, em Pinheiros, e seguiu em caminhada até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual. Durante o trajeto, houve momentos de tensão entre manifestantes e policiais militares que acompanhavam o ato.

Segundo relatos divulgados por movimentos estudantis e veículos da imprensa paulista, estudantes acusam a PM de repressão durante a mobilização e também criticam a atuação policial na desocupação da reitoria da USP, realizada no último dia 10 de maio.

Os atos fazem parte da greve estudantil iniciada em abril nas universidades estaduais paulistas. Entre as reivindicações estão ampliação das políticas de permanência estudantil, contratação de professores e funcionários e melhorias estruturais nas instituições.

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) Livre da USP afirmou nas redes sociais que a manifestação também teve como objetivo denunciar o aumento da violência policial em atos universitários.

Em protestos anteriores ligados à greve, já haviam sido registrados episódios de confronto. Em uma manifestação realizada no centro de São Paulo, a Polícia Militar utilizou gás de pimenta após confusão envolvendo estudantes e políticos presentes no ato.

Entidades estudantis e sindicais também acusam a PM de agressões durante a retirada de estudantes da reitoria da USP. Relatos apontam feridos e detenções durante a operação policial ocorrida na universidade.

O governo paulista afirma que acompanha as negociações junto às universidades estaduais e sustenta que a atuação da Polícia Militar ocorreu dentro da legalidade. Em declaração anterior, Tarcísio afirmou que a universidade “não pode ser espaço de baderna”.

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