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Polícia diz que professor de jiu-jitsu preso por estupro usava promessa de kimonos para atrair vítimas

A informação é da delegada Mayara Magna, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA)

A delegada Mayara Magna, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), afirmou nesta segunda-feira, 6, que o professor de jiu-jítsu Carlos Holanda, de 47 anos, preso pelos crimes de estupro de vulnerável, importunação sexual e exploração sexual, utilizava a promessa de fornecer kimonos e custear inscrições em competições esportivas para conquistar a confiança das vítimas adolescentes.

A prisão de Carlos Holanda foi realizada na residência dele, após mais de um mês de diligências conduzidas pela equipe da Depca. Segundo a delegada Mayara Magna, os policiais monitoraram os deslocamentos do investigado e analisaram imagens antes de cumprir o mandado de prisão.

“A equipe da Depca prendeu um homem de 47 anos acusado pelos crimes de estupro de vulnerável, importunação sexual e exploração sexual. Ele é um jiu-jiteiro. Estávamos atrás dele há mais de um mês”, afirmou a delegada.

Leia também: Professor de jiu-jítsu investigado por estupro e importunação sexual é preso no Amazonas

Ainda conforme Mayara Magna, o investigado havia planejado diferentes rotas de fuga para tentar escapar da prisão, mas foi localizado e preso em sua residência. Ao todo, sete vítimas já denunciaram o professor, afirmou a delegada.

“São sete vítimas até agora. Essas vítimas só tiveram coragem de chegar até a delegacia após o caso de repercussão também envolvendo o mundo dos esportes e o mesmo modus operandi: ele prometia dar kimonos, prometia pagar inscrições e acabava levando essas adolescentes para um ambiente que não podia, um motel, e acabava estuprando. Uma delas ele obrigou a ir a um empresário e a produzir conteúdo sexual com esse empresário”, declarou a delegada.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para apurar a extensão dos crimes atribuídos ao professor e identificar possíveis outras vítimas.

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