A geração de empregos no Amazonas, com foco na qualificação profissional e na abertura de novas oportunidades, foi um dos pontos destacados por Roberto Cidade durante a sabatina desta sexta-feira (11), em uma emissora local. O candidato à reeleição pela Federação União Progressista apresentou uma estratégia que combina a realização de concursos públicos, fortalecimento do Distrito Industrial e criação de novas matrizes econômicas no estado.
Cidade pretende aproximar a formação oferecida pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e pelo Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) das necessidades reais das empresas. A ideia é direcionar cursos e capacitações para áreas que tenham demanda por profissionais, aumentando as chances de inserção dos jovens no mercado de trabalho.
Mais concursos
Cidade também voltou a defender a abertura de novos concursos públicos. A proposta faz parte de um pacote de geração de oportunidades que busca ampliar as possibilidades de ingresso no serviço público, especialmente para quem está se preparando para uma carreira profissional.
A estratégia, segundo o candidato, não deve ficar restrita à capital. A intenção é ampliar a oferta de oportunidades também nos municípios do interior.
Novas matrizes
Outro eixo apresentado é a diversificação da economia amazonense. Cidade defende a criação de novas matrizes econômicas para diminuir a dependência de Manaus e levar emprego e renda para outras regiões.
O candidato citou Silves como exemplo de atividade econômica que pode ser desenvolvida fora da capital e afirmou que pretende estudar as características de cada município para identificar setores com potencial de crescimento.
A proposta é criar oportunidades para que moradores do interior possam trabalhar, empreender e permanecer em suas cidades, sem precisar migrar para Manaus em busca de emprego.
Distrito fortalecido
Na capital, Cidade defende o fortalecimento do Distrito Industrial como uma das bases da economia amazonense. A proposta é preservar a força do Polo Industrial de Manaus e, ao mesmo tempo, buscar novas atividades que ampliem a capacidade de geração de empregos.
A estratégia apresentada pelo candidato tenta combinar os dois movimentos: fortalecer o que já funciona e preparar trabalhadores para as novas demandas do mercado.
Nesse modelo, UEA e Cetam teriam papel estratégico na formação de mão de obra, enquanto o governo atuaria na atração de investimentos, estímulo a novos negócios e abertura de oportunidades por meio de concursos e políticas de desenvolvimento econômico.
*Com informações da assessoria
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