Durante o último debate presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a política de valorização do salário mínimo adotada em seus governos e na gestão de Dilma Rousseff (PT). Ao comentar o tema, o presidente atribuiu às administrações de Michel Temer e Jair Bolsonaro a interrupção dos aumentos reais do piso nacional.
“Não fosse os governos do PT, Lula e Dilma, se a gente não tivesse reajustando o salário acima da inflação, sabe quanto seria o salário mínimo? Por conta do seu pai, do Temer, que não aumentaram, seria novecentos reais”, afirmou Lula.
Na sequência, o presidente reforçou a defesa da política salarial e citou a inclusão do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no cálculo da valorização. “Se não fosse os governos do PT aumentar o salário mínimo acima da inflação, colocando o PIB no orçamento, o salário mínimo seria apenas novecentos reais. É isso que eles querem”, declarou.
Lula também afirmou que pretende continuar promovendo aumentos reais no salário mínimo. A política busca garantir reajustes acima da inflação, ampliando o poder de compra dos trabalhadores.
Durante a discussão, o presidente ainda criticou a aproximação de seus adversários com o presidente argentino Javier Milei. Ao se referir ao plano de Flávio Bolsonaro, disparou: “É por isso que eles seguem o Milei”, associando a proposta do adversário à orientação econômica adotada na Argentina.


