Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, durante o último debate presidencial, os investimentos de seu governo no agronegócio e na agricultura familiar. Ao abordar as tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos, o presidente também criticou a postura de seu adversário em relação ao presidente norte-americano Donald Trump.
Lula questionou os investimentos realizados durante o governo do pai de seu adversário e comparou as ações voltadas ao setor rural. “Eu duvido que houve a quantidade de investimento na agricultura familiar como no meu governo, nos quatro anos. Eu duvido que houve um incentivo à compra de máquinas como nós fizemos pra agricultura familiar desse país”, afirmou.
Na sequência, o presidente destacou o desempenho das exportações brasileiras e criticou o que classificou como uma tentativa de seu adversário de incentivar a taxação de produtos nacionais pelos Estados Unidos.
“Quando o meu adversário ficou lambendo o Trump pra taxar o Brasil, eu não fiquei preocupado. Porque eu não nasci com medo de cara feia”, declarou Lula.
O presidente também afirmou que o país pode ampliar as relações comerciais com outros mercados caso os Estados Unidos restrinjam as compras de produtos brasileiros. “Se o Trump não quer comprar do Brasil, eu vou vender em outros lugares”, disse.
Ao final do trecho, Lula começou a mencionar a abertura de novos mercados para os produtos nacionais, afirmando que foram abertos “setecentos novos”, mas a fala transcrita foi interrompida antes de especificar a que se referia.


