sábado, março 7, 2026
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Paralisação dos rodoviários reacende debate sobre fiscalização do transporte pela Prefeitura

O sindicato reforçou ainda que mantém a disposição para dialogar com o Sinetram

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Os rodoviários de Manaus e da Região Metropolitana decidiram cruzar os braços a partir da próxima terça-feira, 26 de agosto. A greve, aprovada em assembleia realizada na última sexta-feira (22), não tem prazo para terminar.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo Urbano e Rodoviário (STTRM), a paralisação é consequência dos atrasos recorrentes no pagamento dos salários, situação que tem dificultado a manutenção das famílias e o cumprimento de obrigações financeiras por parte dos trabalhadores.

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Em comunicado encaminhado ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), o STTRM recomendou que seja feita a redistribuição da frota de ônibus, de modo a assegurar a operação mínima de 50% dos coletivos durante a greve. O objetivo é reduzir os impactos sobre os usuários do transporte público.

O sindicato reforçou ainda que mantém a disposição para dialogar com o Sinetram, na tentativa de alcançar um entendimento que ponha fim ao impasse e evite maiores prejuízos para a categoria e para a população.

Até o momento, a Prefeitura de Manaus não se posicionou sobre o assunto. O Convergente entrou em contato com a Prefeitura de Manaus e aguarda retorno.

A equipe de reportagem também solicitou um posicionamento do Sindicato dos Rodoviários. O espaço segue aberto para nota de esclarecimento.

*Com informações do O Convergente

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