sábado, março 7, 2026
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Itaú promove demissões em massa de funcionários nesta segunda-feira (8)

Banco alegou problemas de produtividade e falta de aderência cultural como justificativa para os cortes, mas não revelou número de desligados

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Foto: Divulgação

O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, confirmou nesta segunda-feira, 8 de setembro de 2025, uma onda de demissões em massa em diferentes setores da instituição. Em nota oficial enviada ao portal Metrópoles, o banco informou que os cortes foram motivados por “problemas de produtividade” e “falta de aderência cultural”.

Embora o Itaú não tenha divulgado o número de desligamentos, especulações nas redes sociais indicam que cerca de mil funcionários teriam sido demitidos. Se confirmado, o total representaria aproximadamente 1% da força de trabalho do banco, que conta com cerca de 100 mil colaboradores.

Justificativa do banco

De acordo com o comunicado, o Itaú realiza avaliações regulares de desempenho e alinhamento cultural como parte de sua estratégia de gestão de pessoas. O banco afirmou que os cortes levaram em consideração “diversos aspectos do trabalho” e as “necessidades atuais” da instituição, buscando fortalecer sua cultura organizacional e otimizar resultados.

Os termos usados pelo banco sugerem que as demissões atingiram principalmente funcionários que não cumpriram metas de produtividade ou que, segundo a empresa, não se alinhavam aos valores e práticas internas.

A ausência de informações detalhadas sobre o número de desligados e as áreas atingidas alimentou especulações e críticas nas redes sociais. Relatos internos apontam que os cortes podem estar relacionados ao avanço da inteligência artificial em processos, diminuindo a necessidade de mão de obra em determinados setores.

Ainda segundo relatos, trabalhadores em regime de home office estariam entre os mais impactados pela medida.

As demissões em massa reacendem discussões sobre as condições de trabalho no setor bancário, marcado por metas consideradas agressivas e ambiente de alta pressão. O uso dos termos “produtividade” e “cultura” como justificativa para cortes pode abrir debates sobre o equilíbrio entre exigências corporativas e bem-estar dos profissionais.

Até o momento, o Itaú não forneceu esclarecimentos adicionais sobre os desligamentos.

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