O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou que os jovens que completam 18 anos em 2026 devem realizar o alistamento militar obrigatório, conforme determina a Constituição Federal.
A manifestação ocorre em um contexto de aumento das tensões internacionais, especialmente diante do cenário envolvendo Estados Unidos e Irã, o que tem provocado preocupação em diversos países.
Segundo o posicionamento do governo, o alistamento permanece sendo uma obrigação legal para homens ao atingirem a maioridade. Já as mulheres podem se alistar de forma voluntária, conforme previsto na legislação brasileira.
O Planalto ressaltou que não houve alteração nas regras vigentes e que a orientação tem caráter preventivo, reforçando a necessidade de organização administrativa e cumprimento das normas já estabelecidas.
Autoridades destacaram ainda que o Brasil mantém sua política externa pautada pela diplomacia e pela defesa da paz, e que o cumprimento do alistamento integra a estrutura regular das Forças Armadas, independentemente do cenário internacional.


