A final do Campeonato Mineiro entre Cruzeiro e Atlético Mineiro terminou em confusão generalizada no Mineirão, em Belo Horizonte, na noite deste domingo. A partida ficou paralisada por mais de dez minutos quando faltavam cerca de 30 segundos para o término dos acréscimos.
A confusão começou após um choque do atacante Christian com o goleiro Everson dentro da área do time atleticano. Irritado com o lance, o goleiro reagiu empurrando o adversário e chegou a sentar sobre ele com os joelhos. Jogadores do Cruzeiro intervieram imediatamente, o que deu início a uma briga envolvendo atletas das duas equipes.
No meio do tumulto, o volante Lucas Romero acertou uma voadora em Everson, que já havia sido atingido por Matheus Henrique. Em seguida, Christian desferiu um soco contra o zagueiro Lyanco, mas acabou atingido por uma voadora do defensor Junior Alonso.
O goleiro Cássio também tentou partir para cima de Lyanco, mas foi contido por outros jogadores. O zagueiro do Atlético ainda trocou socos com o meia Gerson e acabou atingido com um chute de Cássio, antes de receber também um soco de Lucas Romero.
Outro protagonista da confusão foi o atacante Hulk. Durante o tumulto, ele levou chutes do zagueiro Lucas Villalba, reagiu com socos e também acertou um chute em Lucas Romero. Villalba ainda trocou agressões com o lateral Renan Lodi e, em outro momento, levou um soco do próprio Everson.
Em meio à confusão, o zagueiro João Marcelo acertou um soco em um jogador do ataque atleticano, mas logo em seguida foi atingido pelo atacante Ángelo Preciado.
Outros episódios ocorreram durante o tumulto. Junior Alonso acertou um soco no volante Walace e depois foi derrubado, sofrendo um chute do atacante Kaio Jorge. O próprio Kaio Jorge também se envolveu em troca de agressões com Gabriel Delfim. O lateral Fagner também entrou na confusão e discutiu com o goleiro adversário.
Diante do cenário, seguranças dos clubes e policiais militares precisaram entrar em campo para conter a briga. O árbitro Matheus Candançan solicitou apoio da Polícia Militar para garantir a segurança e controlar os ânimos.
Após cerca de dez minutos de paralisação e com a situação controlada, a partida foi encerrada. Mesmo com a confusão envolvendo diversos atletas, o árbitro não aplicou expulsões em campo antes do apito final.
*Com informações do GE
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