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Influenciadores são presos em Roraima em operação contra “jogo do tigrinho”

Segundo as investigações, o grupo teria movimentado cerca de R$ 260 milhões ao longo de dois anos.

Sete influenciadores digitais foram presos nesta segunda-feira, 27, durante uma operação da Polícia Civil de Roraima que investiga a promoção de jogos de azar ilegais, popularmente conhecidos como “jogo do tigrinho”, além de possíveis crimes contra o consumidor e lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, o grupo teria movimentado cerca de R$ 260 milhões ao longo de dois anos.

A ação policial cumpriu 11 mandados de busca e apreensão, além de determinar o sequestro de bens móveis e imóveis e o bloqueio de valores que podem chegar a R$ 68 milhões nas contas dos investigados.

Entre os presos estão Raniely Silva Carvalho, conhecida nas redes sociais como Raniely Carvalho; Gildázio Cardoso, de 25 anos, que utilizava o nome “Mulherzona”; Laís Ramos Gomes da Silva; Patrik Adhan dos Santos Ribeiro, de 27 anos; Amanda Lourenço Faria, de 28 anos; Adrielly Vivianny Araújo de Jesus, de 29 anos; Dione dos Santos da Silva, de 37 anos; e Vitória Reis da Silva, de 26 anos.

Leia mais: “Jogo do Tigrinho”: entenda mais sobre o jogo de azar que já levou influenciadores à prisão

Além das prisões, a operação também teve como alvo outros investigados. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra a influenciadora Victoria Paixão Barros, conhecida como Vick Paixão, a esteticista Juliana Lima do Nascimento e o empresário Ruissian Ferreira Braga Ribeiro, proprietário de uma empresa de comércio de veículos.

As ordens judiciais foram expedidas pela juíza Daniela Schirato, titular da Vara de Entorpecentes e Organizações Criminosas, que autorizou a apreensão de celulares, computadores, armas de fogo e documentos físicos e digitais que possam contribuir com o andamento das investigações.

De acordo com a Polícia Civil, o material apreendido será analisado para aprofundar a apuração sobre o funcionamento do esquema e a possível participação de outros envolvidos.

O portal Manaós não localizou a defesa dos influenciadores citados até a última atualização desta reportagem.

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