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PC-AM apreende 6,8 toneladas de drogas no primeiro semestre de 2026 e causa prejuízo de R$ 132,2 milhões ao crime organizado

Operações causaram um prejuízo estimado de R$ 132,2 milhões às organizações criminosas envolvidas com o narcotráfico

As ações da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) resultaram na apreensão de 6,8 toneladas de drogas nos seis primeiros meses de 2026. As operações, conduzidas pelo Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc) e pelo Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), causaram um prejuízo estimado de R$ 132,2 milhões às organizações criminosas envolvidas com o narcotráfico.

Segundo a corporação, o resultado é fruto do trabalho integrado de investigação, inteligência policial e operações estratégicas, que intensificaram o combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado em todo o estado.

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O delegado-geral da Polícia Civil do Amazonas, Bruno Fraga, destacou que o volume de drogas retirado de circulação representa um duro golpe financeiro para as facções criminosas.

“Esse resultado é reflexo dos investimentos do Governo do Estado no fortalecimento da segurança pública e do trabalho desenvolvido pela Polícia Civil. Continuaremos intensificando as ações de inteligência e investigação para combater o narcotráfico e enfraquecer as organizações criminosas”, afirmou.

Principais apreensões

Entre as maiores operações do semestre está a realizada em fevereiro pelo Denarc, com apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core-AM). Na ocasião, foram apreendidos uma tonelada de maconha do tipo skunk, avaliada em mais de R$ 19 milhões, além da prisão de três homens, de 26, 44 e 48 anos.

De acordo com as investigações, o grupo era liderado por um homem de 48 anos, de origem colombiana e também naturalizado brasileiro, apontado como responsável pelo transporte de drogas pelo rio Negro.

Já em março, uma ação do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), com apoio da Core-AM e da Delegacia Fluvial (Deflu), resultou na apreensão de aproximadamente 4,5 toneladas de skunk, avaliadas em mais de R$ 86 milhões.

Na operação, um homem foi preso em flagrante e os policiais também apreenderam uma balsa, um empurrador e dois botes de pequeno porte utilizados para transportar a carga de entorpecentes.

Combate ao narcotráfico

A Polícia Civil destaca que as apreensões reforçam a estratégia de enfraquecimento financeiro das organizações criminosas que atuam no Amazonas, estado considerado uma das principais rotas de entrada de drogas no país devido à extensa faixa de fronteira com nações produtoras de entorpecentes.

A corporação afirma que as ações de inteligência e repressão ao narcotráfico continuarão sendo intensificadas ao longo do segundo semestre, com foco na identificação das rotas utilizadas pelas facções criminosas e na prisão de seus principais integrantes.

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