O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Jair Schmitt, visitou o Pavilhão do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), localizado na Superintendência do órgão no Amazonas, em Manaus. O espaço passou por uma revitalização após cerca de 15 anos de abandono e deterioração da estrutura.
A reforma foi viabilizada com recursos de emenda parlamentar e investimentos do próprio Ibama. A iniciativa busca ampliar a capacidade operacional do órgão no estado, especialmente nas ações de prevenção, monitoramento e combate aos incêndios florestais.
A revitalização contemplou aproximadamente 500 m² de instalações, incluindo reparos na cobertura, impermeabilização da laje, substituição de telhas, renovação da rede elétrica e instalação de sistemas de iluminação. O local também recebeu divisórias, cabeamento para internet, computadores, mobiliário, equipamentos de informática e rede Wi-Fi.
A estrutura conta agora com sala de monitoramento, ambientes para comando e coordenação das operações, salas de apoio técnico, chefia e almoxarifado. Segundo o órgão, as melhorias oferecem melhores condições de trabalho às equipes e permitem organizar as atividades administrativas e operacionais.
Base de apoio durante a crise ambiental
Em meio aos incêndios florestais e à fumaça que afetam Manaus e outros municípios amazonenses, o Pavilhão do Prevfogo funciona como base de comando e apoio às operações desenvolvidas pelo Ibama no estado.
O espaço concentra atividades de planejamento, acompanhamento de ocorrências, organização logística e comunicação com as equipes em campo, além de auxiliar na tomada de decisões durante as operações.
Resposta aos desafios climáticos
A recuperação da estrutura ocorre em um cenário de agravamento dos desafios ambientais na Amazônia, marcado por secas severas, altas temperaturas e incêndios florestais. Nesse contexto, o fortalecimento da infraestrutura do Prevfogo é apontado pelo Ibama como parte dos esforços para ampliar a capacidade de resposta às emergências ambientais.
Além de recuperar um patrimônio público que permaneceu deteriorado por aproximadamente 15 anos, a revitalização busca fortalecer a presença institucional do órgão no Amazonas e oferecer suporte permanente às equipes que atuam na proteção das florestas, da biodiversidade e das populações afetadas pelo fogo e pela fumaça.


