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Startup amazonense usa tecnologia de NFTs para acompanhar produção rural e fortalecer sustentabilidade

Tecnologia criada no Amazonas utiliza blockchain para rastrear árvores e apoiar produtores rurais.

Uma startup amazonense tem usado inovação tecnológica para transformar a rotina de agricultores e fortalecer práticas sustentáveis na Amazônia, com o desenvolvimento de um NFT que monitora, em tempo real, o ciclo de vida de árvores nativas e produtivas desde o plantio até a cadeia de consumo.

A tecnologia, nomeada de NFT Hope Green, foi criada por uma startup amazonense, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Para o CEO da startup Btracer, Expedito Belmont, o apoio foi fundamental para construir um trabalho que fizesse sentido para os agricultores.
“Nesse caminho, com a parceria público-privada, nós conseguimos compreender os anseios dos agricultores e transformar em soluções utilizando inteligência artificial e criptografia de ponta. Nós trazemos o que tem de mais inovador na ciência no mundo para soluções de problemas amazônicos”, destacou.
Ao todo, 75 produtores rurais já utilizam a tecnologia no Amazonas, em uma parceria da startup com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam).

Como funciona 

Na prática, a tecnologia funciona colocando em cada árvore um (NFT), que atua como se fosse uma ficha de dados que acompanha seu crescimento, ciclo de produção e outras necessidades. A partir disso, produtores que precisam plantar vários tipos de mudas, por exemplo, conseguem ter um aproveitamento melhor do seu trabalho.
Na plataforma Hope Green, ao adquirir o NFT, o consumidor consegue ver o nome e o endereço do produtor rural, as mudas florestais e frutíferas plantadas e o histórico do agricultor.
No TOP 10 dos indicados do Prêmio Jaraqui Graúdo 2025, que acontece todos os anos como parte da valorização do ecossistema de inovação e de empreendedorismo do Amazonas, a startup disputa 9 categorias, dentre elas, a de ‘Negócio de Impacto Positivo Sociobiodiversidade’ com o projeto Hope Green.

Com informações da assessoria

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