No último domingo (2), os fãs de “Thor” foram pegos de surpresa por uma notícia do tabloide americano “Page Six”. Segundo o site, o ator Chris Hemsworth deve “desacelerar” sua vida profissional por conta de uma predisposição ao Alzheimer que descobriu recentemente.
O astro de “Thor”, sucesso da Marvel, deve prosseguir com seus projetos confirmados e após isso, se afastar de Hollywood. “Ele não planeja assumir muitos novos papéis por conta do [risco de] Alzheimer”, declarou uma fonte anônima.
As quatro gravações já confirmadas antes da descoberta são: um novo filme da franquia “Vingadores”, uma cinebiografia do lutador Hulk Logan, “Extraction 2” e “Furiosa”, um spin-off de “Mad Max”.
A descoberta da predisposição ao Alzheimer
O ator de 39 anos descobriu seu alto risco de ter a doença em novembro do ano passado, durante as gravações da sua série documental “Limitless”, da “National Geographic” e “Disney+”.
Para a “Vanity Fair”, Chris comentou sobre o efeito que a descoberta teve em sua vida e deixou claro que isso o despertou um desejo de tornar as coisas mais simples, tirar um tempo off e aproveitar mais com a esposa e os filhos, India Rose (10) e os gêmeos Tristan e Sasha (9).
Na publicação, o ator deixou claro que não descobriu um diagnóstico e sim, um sinal de que a doença é mais provável de estar em seu futuro, do que no futuro de outras pessoas. “A probabilidade é de 8 em 10”, disse ele.
O ator Chris Hemsworth, afirmou ter decidido dar uma pausa na carreira depois de descobrir que tem um risco mais alto que o normal de desenvolver a doença de Alzheimer. A estrela dos filmes Thor fez a descoberta depois de passar por testes durante a produção da sua série documental Limitless, da Disney+.
O australiano contou à revista Vanity Fair que os testes confirmaram seu “maior medo” e que agora adotará “medidas preventivas”. A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência e pode causar problemas de memória e de comunicação.
Hemsworth descobriu que possui as duas cópias do gene ApoE4, uma de sua mãe e a outra de seu pai, o que o torna de oito a dez vezes mais propenso a desenvolver a doença do que aqueles sem as duas cópias do gene. Pesquisas apontam que cerca de 2-3% da população carrega duas cópias do citado gene.
Por: Informações do G1
Foto: Divulgação


