Com o verão amazonense e o aumento da incidência de queimadas, a qualidade do ar em Manaus, tende a piorar neste período do ano. Segundo a Plume Labs, a qualidade do ar na cidade hoje (8), é considerada como aceitável para a maioria das pessoas. No entanto, grupos mais sensíveis ou com problemas respiratórios podem apresentar sintomas leves a moderados em caso de exposição prolongada.
O principal poluente encontrado no ar foi o PM2.5. Partículas inaláveis finas são partículas poluentes inaláveis com um diâmetro de menos de 2,5 micrômetros que podem entrar nos pulmões e na corrente sanguínea, resultando em graves problemas de saúde.
Apesar da presença moderada de PM2.5, os marcadores da The Weather Channel apontam bons níveis de outros poluentes, como Monóxido de carbono (CO), Dióxido de nitrogênio (NO2), Ozônio (O3), Partículas inferiores a 10 microns (PM10) e Dióxido de enxofre (SO2) no ar da capital amazonense nesta quinta-feira (8).
Em outubro do ano passado, Manaus foi considerada a capital com a pior qualidade do ar pelo Relatório Mundial da Qualidade do ar. A concentração de monóxido de carbono chegou a marca de 53.6 ppm (partes por milhão) com a colaboração da seca histórica que atingiu o Amazonas em 2023, além do grande número de queimadas ocorridas na região naquele mesmo período.
Em caso de reação alérgica nos olhos ou narinas, a orientação é evitar contato com as áreas afetadas, não coçar olhos e nariz, além de manter a distância dos pontos com maiores índices de fumaças.
Nos dias com mais fumaça no ar, a população deve ficar alerta a sintomas, como dores de cabeça, irritação e ardência nos olhos, nariz e garganta; rouquidão, tosse seca, dificuldade de respirar e cansaço. Em qualquer agravamento dos sintomas, a pessoa deve procurar a unidade de saúde mais próxima para buscar atendimento médico adequado e em tempo oportuno.
Com informações Plume Labs e The Weather Channel*
Ilustração: Marcus Reis
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