Os rodoviários de Manaus encerraram a paralisação que afetava o transporte coletivo da capital. Com isso, os ônibus voltaram a circular normalmente nesta quarta-feira (22), após um acordo firmado entre representantes da categoria, empresas e órgãos envolvidos nas negociações.
A paralisação havia sido motivada por reivindicações relacionadas ao pagamento de salários e benefícios dos trabalhadores. Durante o movimento, milhares de passageiros enfrentaram dificuldades para se deslocar pela cidade, enquanto a Justiça do Trabalho determinou a manutenção de parte da frota em circulação por se tratar de um serviço essencial.
Acordo encerrou o movimento
Após as negociações, o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus (STTRM) decidiu suspender a paralisação, permitindo o retorno integral da operação do transporte coletivo.
Com a decisão, as empresas retomaram a circulação da frota, e o sistema passou a operar normalmente ao longo desta quarta-feira.
Sistema volta à normalidade
A normalização do serviço representa o fim dos transtornos registrados durante a paralisação, quando usuários relataram longas esperas nos pontos de ônibus e dificuldades para chegar ao trabalho, escolas e demais compromissos.
Apesar do encerramento da greve, as discussões sobre as demandas apresentadas pelos trabalhadores deverão continuar entre o sindicato, as empresas e os órgãos competentes, com o objetivo de evitar novos impasses no sistema de transporte coletivo.
Entenda o caso
A paralisação teve início após a categoria alegar atrasos no pagamento de salários e benefícios. Diante do movimento, o Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT-11) determinou a manutenção de parte da frota em circulação enquanto as negociações avançavam.
Com o acordo alcançado nesta terça-feira, a categoria decidiu encerrar o movimento, restabelecendo a operação normal dos ônibus em Manaus.
Transporte segue operando normalmente
Até a última atualização desta quarta-feira, o transporte coletivo seguia operando normalmente em Manaus, sem registro de novas paralisações.
A expectativa é que as negociações entre trabalhadores e empresas tenham continuidade para tratar das reivindicações da categoria e evitar novos impactos à população usuária do sistema.


