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Governo Trump defende jogadora da WNBA após críticas por fala sobre atletas trans

Após críticas à jogadora da WNBA, Casa Branca reforça posição sobre atletas trans em competições femininas

A Casa Branca se manifestou publicamente sobre a repercussão envolvendo a jogadora Sophie Cunningham, da Women’s National Basketball Association, que vem sendo alvo de críticas após defender restrições à participação de mulheres trans em competições femininas.

Durante coletiva de imprensa realizada na última quinta-feira (23), a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o presidente Donald Trump acompanha o caso e reiterou o posicionamento do governo norte-americano sobre o tema.

“Sei que ele [Trump] está acompanhando a história. Como vocês sabem, esse também é um tema sobre o qual o presidente tem uma posição muito firme, assim como o povo americano: que homens não deveriam participar de esportes femininos. É completamente absurdo que alguém apoie isso”, declarou a porta-voz.

Leavitt também elogiou a atleta por tornar pública sua posição durante o debate.

Declarações geraram repercussão

Nos últimos meses, Cunningham passou a receber críticas de ativistas e usuários das redes sociais após voltar a se posicionar sobre a participação de mulheres trans em modalidades femininas. Em meio à repercussão, a jogadora passou a ser chamada por alguns internautas de “MAGA Barbie”, apelido que faz referência ao slogan político “Make America Great Again” (MAGA), associado a Donald Trump, e à aparência da atleta.

Em entrevista concedida à ESPN na última terça-feira (21), Cunningham afirmou que tem sido acusada de “odiar pessoas trans” em razão de suas manifestações sobre o tema.

Segundo a jogadora, sua posição está relacionada à defesa da categoria feminina no esporte. Ela argumenta que é necessário “proteger meninas e mulheres” nas competições esportivas.

Histórico do debate

O posicionamento de Cunningham sobre o assunto não é recente. Em 2022, a atleta compartilhou uma publicação de um comentarista esportivo que criticava a vitória de Lia Thomas, mulher trans, em uma competição da primeira divisão da National Collegiate Athletic Association, principal entidade responsável pelo esporte universitário nos Estados Unidos.

Desde então, o tema se tornou um dos principais pontos de debate no esporte norte-americano, envolvendo federações, atletas, universidades e autoridades políticas. A discussão opõe diferentes interpretações sobre inclusão, igualdade de oportunidades e critérios de elegibilidade em competições femininas, permanecendo no centro das disputas políticas e esportivas nos Estados Unidos.

*Com informações da Gazeta do Povo

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